Leandro Martins, Advogado

Leandro Martins

Belo Jardim (PE)
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Direito Administrativo, 100%

É um ramo autônomo do direito público interno que se concentra no estudo da Administração Pública...

Comentários

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Leandro Martins, Advogado
Leandro Martins
Comentário · há 11 anos
Li o maior número de comentários enquanto chamava minha atenção. Pois bem, até pelo número de comentários a um comportamento de Magistrado, já mostra como culturalmente essa instituição goza de mais prestígio do que a nossa, geralmente, não costumo ver discussões acaloradas que versem sobre comportamento de advogados no exercício da profissão tecidos pelos juízes ou promotores. Porém, basta uma palavra infeliz de um Magistrado para os (as) advogados se sentirem extremamente magoados e maldizer até as próximas gerações do algoz. rsrsrs. Como disse certa feita um advogado colega meu: "Cada um de nós advogados somos ilhas". É isso mesmo, muitas vezes nos contentamos em choramingar nos corredores dos Foros a maneira não urbana que nos submetemos na interação com os (as) magistrados (as), comentamos nas redes sociais (por falar nisso ri a valer com alguns comentários de advogados aqui, têm realmente vocação para humoristas, principalmente, o que disse que quando a noiva chega todo mundo se levanta para ver a noiva, complementando a piada, só faço isso de livre e espontânea vontade se a noiva for bela, caso contrário faço obrigado). Se aproximadamente um milhão de advogados fossem mais corporativista e solidários uns com os outros, acredito que seriamos mais respeitados. Infelizmente o que tenho observado é que em muitos Órgão de nossa categoria, Seccionais, os nossos representantes estão mais preocupados, em criar castas entre os advogados, instituindo normas que só são respeitadas pelos advogados, por exemplo de pequenos escritórios, enquanto grandes escritórios fazem a devassa e subordinam outros advogados para trabalhar como correspondentes, entre outras irregularidades. Ou as Seccionais estão preocupadas em inaugurar cadeira de engraxate para limpar bota de advogado, afinal quem quer ser deus mesmo? É só o juiz? Será que quem tem problema psicológico é só o Magistrado? Nos bancos da faculdade me lembro muito bem que era muito raro chegar na sala de aula um advogado que expusesse sua experiência na prática processual e fosse admirado pelos alunos. Geralmente, os professores Magistrados falavam como pensavam e de sua honra objetiva, e os advogados professores, geralmente falavam de como entender as decisões consequentemente como os julgadores pensam. Então quer queira quer não o juiz acaba sendo o centro de atenção, geralmente o promotor só opina. O cidadão brasileiro, principalmente, no interior tem o juiz como o profissional mais confiável na República, o advogado por sua vez no imaginário popular, é um bom advogado quando torce a lei e opera milagres, se não for assim é mais um advogado na multidão ou é um bandido que comeu o dinheiro do cliente e não fez nada. Em um tempo que tudo é imposto a nós sem discussão alguma ou apenas finge-se discutir, ouso fazer algumas provocações. No período do império e na República do Brasil se a história oficial for verdadeira, os advogados eram respeitados. Seria por que eram poucos? Como mudar o imaginário popular e conquistarmos o respeito de novo?
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